Otimizar os processos de produção em embalagens reduz o desperdício de materiais, o consumo de energia e os custos operacionais, complementando as escolhas sustentáveis de materiais e apoiando os objetivos gerais da economia circular.
A inovação em materiais — como plásticos recicláveis e novos formatos de embalagem — é essencial, mas ineficiências nas linhas de produção podem gerar silenciosamente desperdício significativo, impactando a sustentabilidade, o uso de energia e os custos.
Pequenas variações, paragens breves na produção, etiquetas desalinhadas e embalagens danificadas podem levar a rejeições e retrabalho, aumentando o consumo de material e energia. Reiniciar máquinas após paragens também consome energia adicional e pode gerar mais desperdício durante a estabilização.
A automação e o controlo de processos baseados em dados são fundamentais para minimizar estas perdas. Sensores em tempo real e monitorização precisa fornecem informações sobre a localização da embalagem, sincronização das máquinas e consumo de energia. Plataformas abertas de automação permitem a comunicação entre máquinas, possibilitando que os operadores detetem e corrijam problemas rapidamente.
- Eficiência de material: Menos rejeições e retrabalho reduzem o uso de matéria-prima.
- Economia de energia: Monitorizar e otimizar o consumo reduz a energia por unidade.
- Melhoria do rendimento: Linhas de produção estabilizadas aumentam a produção com os mesmos recursos.
- Redução de custos: Menos desperdício diminui os custos operacionais e de eliminação.
- Consistência de qualidade: Processos otimizados mantêm uma produção de alta qualidade.
Mark Richards, da Beckhoff, destaca que a otimização contínua dos processos ajuda os fabricantes de embalagens a alcançar metas de sustentabilidade, ao mesmo tempo que melhora a produtividade e a eficiência operacional. Tal como uma torneira a pingar que desperdiça água, pequenas ineficiências acumulam um impacto ambiental e económico significativo se não forem corrigidas.
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